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Bom, como podemos ver, a mulher passou, ao longo da história, por fases e por uma constante luta pelos seus direitos, pela igualdade social e pela sua valorização. Segue a indicação de uma síntese em forma de vídeo, para relatar alguns destes momentos...



Indicação por Milena Morais e Ariane Alves.




Mulher Clássica
Mulher Contemporânea
Grande distinção relacionada a valores e direitos entre homens e mulheres, como por exemplo, quando, na Grécia Antiga, somente o homem é punido por traição.

Evolução do conceito de igualdade social, onde os direitos da mulher são remodelados e similares como o de qualquer outro cidadão.
Eram vistas apenas para servir os homens (pais, maridos, filhos, etc.).
Hoje, elas já não são mais vistas assim, mas como independentes.
Nesta época não podiam participar na política. Mas em Roma as mulheres da nobreza tinham uma participação indireta no poder, como defender o trono para futuros herdeiros (filhos, irmãos ou amantes).
Com o passar do tempo a mulher ganhou o direito de votar. O voto feminino foi permitido pela primeira vez em 1893, na Nova Zelândia. No Brasil foi em 1932, no governo de Getúlio Vargas. Temos mulheres na presidência, como a Dilma, presidente do Brasil.
As mulheres não podiam trabalhar fora e às vezes nem sair de casa ou ter relações com outras pessoas.
Já mulheres atuais, trabalham fora, em cargos considerados masculinos e adquiriram uma maior liberdade.
Como escravos e crianças, as mulheres na Grécia não eram consideradas cidadãs.
Isso mudou com o passar do tem e as mulheres já conquistaram muitos direitos e inclusive o de ser cidadã.

Quadro por Aymara Santos e Caroline Souza
Fonte para informações: http://www.miniweb.com.br/historia/Artigos/i_antiga/Mulher_antiguidade.html Acesso em: 12/04/2013





A mulher na sociedade romana apresentava uma maior importância e respeito do que na sociedade grega. Quando eram casadas, é possível até comparar com as mulheres que são donas de casa atualmente, pois além de tomar conta da casa, estas também tomavam conta dos escravos e fazia as refeições com o marido, podia sair (usando a stola matronalis), tendo acesso ao teatro e aos tribunais.
O casamento — justum matrimonium —, sancionado pela lei e pela religião, era nos tempos mais antigos uma cerimônia solene, e resultava da transferência da mulher do controle (potestas) do pai para o de seu marido (manus). O casamento tomava a forma de coemptio, uma modalidade simbólica de compra com o consentimento da noiva. Ele também podia consumar-se mediante o usus, se a mulher vivesse com o marido durante um ano sem ausentar-se por mais de três noites.
Teve início no Século II a.C. um processo de emancipação das mulheres. Abandonaram-se gradualmente as formas mais antigas de casamento e adotou-se uma na qual a mulher permanecia sob a tutela de seu pai, e detinha na prática o direito à gestão de seus bens.  Com isto, foi identificado um aumento significativo nos números de divórcios na época, que foram bases na literatura, tratando as como mulheres inteligentes e ambiciosas, por exemplo, Clódia, e Semprônia (mulher de D. Júnio Bruto), que participou da Conspiração de Catilina. Aparentemente as mulheres atuavam às vezes nos tribunais: "Jurisperita" é o título de uma fabula togata escrita por Titínio, e Valério Máximo menciona certa Afrânia no Século I a.C. como sendo uma litigante habitual, que cansava os tribunais com seu clamor.
As mulheres da nobreza romana eram muito vaidosas, como as de hoje. Sendo que o mais importante era o estilo de cabelo: muito bem elaborado, com diversos tipos de enfeites, e complementando com acessórios de pedras preciosas. Os vestidos eram sempre longos combinando com um manto bordado com cores variadas.

Mulheres Romanas: diferentes funções em cada período

Republicano: colaboravam com o marido na administração da casas, festas e vida pública.

           Imperial:
 as que não queriam ser mães tinham certas características como discutirem política, por exemplo, mas a maioria delas eram sempre submissas ao marido. Mas, além de algumas exceções, a mulher romana estava sempre sob o poder de um homem, fosse ele marido tutor ou chefe do lar.   Algumas mulheres romanas buscaram na diversão uma forma de igualdade aos homens, como frequentar anfiteatros divertindo-se com as lutas dos gladiadores.

Já as mulheres dos imperadores travaram grandes lutas nos bastidores do poder, as quais defendiam o trono para seus filhos, irmãos e amantes. Pois, de acordo com o sistema de valores predominantes na sociedade romana, estas mulheres da alta sociedade deveriam contentar-se com as satisfações alheias, o êxito dos homens e do Estado, enquanto cuidavam da nova geração masculina. Entretanto as mulheres nobres estavam suficientemente liberadas de tabus sexuais para mostrarem publicamente sua liberdade de costumes, apesar de terem sido punidas como exílio ou com a morte por causa de seus atos e desejos.

Período Imperial: as mulheres foram atraídas para um novo credo religioso, cuja idéia central diferenciava-se de outras religiões no que se referia à purificação, à castidade e ao celibato: o cristianismo, que pregava que todas as pessoas eram iguais perante a Deus, fossem elas escrevas, homens e mulheres ou crianças. Isto foi entendido por muitas mulheres como uma forma de libertação através de sua elevação espiritual.

Texto produzido por Aymara Santos e Bruno Souza
  
Fonte para informações: http://curiosidadeshistoria.blogspot.com.br/2012/12/mulher-na-roma-antiga.html





Na Grécia Antiga, os pais das adolescentes planejavam casamentos para suas filhas adolescentes. Mais especificamente entre os Atenienses, as meninas tinham, geralmente, entre 14 e 18 anos, enquanto os homens já estavam próximos aos 30. O casamento funcionada de forma que a partir do momento em que se realizasse o cerimonial, elas estivessem sob domínio total de seus maridos, ou seja, submissas a seus companheiros.
Politicamente, os direitos da mulher grega eram extremamente reduzidos. O papel da mulher se limita a passa o dia em casa, cuidando das únicas funções que lhe eram destinadas: cuidar dos afazeres domésticos.
Em Atenas, apenas era punido o adultério feminino, pois era encarado como uma contestação da autoridade do marido; e o homem só era punido se tivesse envolvido com a esposa de outro homem (porque criava a hipótese de nascerem filhos ilegítimos), caso contrário, a traição seria considerada dentro do normal.

Texto produzido por Caroline Souza Guilherme Lima
Fontes para informações: http://www.sohistoria.com.br/ef2/grecia/p7.php Acesso em: 09/03/2013





A mulher na sociedade egípcia teve um papel muito importante e recebia praticamente os mesmos direitos dos homens o que não ocorria em outras civilizações da mesma época.  A mulher no antigo Egito chegou a postos que só foram alcançados pelas mulheres novamente na sociedade contemporânea (atual).
As mulheres eram bem tratadas no Antigo Egito. A lei egípcia reconhecia seus direitos e elas podiam ir aos tribunais, se sentissem que estavam sendo tratadas de forma injusta. As mulheres nas famílias mais pobres tinham de trabalhar em casa, nos campos, ou ajudando no trabalho de seus maridos. As mulheres mais ricas se orgulhavam em não ter de trabalhar. A função de uma sacerdotisa era considerada uma honra e não um trabalho. Uma mulher poderia se tornar faraó mais isso era extremamente raro.
Elas tinham o mesmo direito dos homens em tribunais e as mesmas condenações aplicadas a eles, serviam também para penaliza-las.
O casamento no antigo Egito é considerado importante para as mulheres. As garotas egípcias costumavam se casar na faixa dos 12 anos enquanto os garotos tinham entre 15 a 19. Elas também podiam se divorciar, caso sofressem algum tipo de maltrato. O divórcio era algo simples e não necessitava de muito tempo para a obtenção do mesmo. Entre os principais motivos de divórcios estavam os mal tratos, o adultério e a infertilidade.
Já na vida de um sacerdotisa, acordava-se em frescos lençóis de linho e chamavam suas criadas para vesti-las. Quando elas terminavam de se maquiar, encontravam seus filhos para dar-lhes bom dia. Em horas sem compromisso, elas se reuniam com seus maridos e amigos. A noite os amigos a faziam companhia ou então elas jogavam Senet com os maridos.

Texto produzido por Nathalia Araujo e Israel Cabral
Fonte para informações:  http://www.amorc.org.br/destaques/destaque20.html Acesso em: 26/02/2013